Anualmente, revisamos os temas de sustentabilidade mais relevantes para a Petrobras e a sociedade. Nosso processo de análise de temas materiais baseia-se na perspectiva de impactos reais e potenciais, positivos e negativos, sobre as pessoas e o meio ambiente, incluindo questões relacionadas a direitos humanos, bem como de riscos e oportunidades que possam afetar a companhia.
Em 2025, o processo de revisão da materialidade teve como referências o padrão da Global Reporting Initiative (GRI) 3 – Temas materiais (2021) e o caderno setorial GRI 11, voltado para a indústria de óleo e gás, o padrão da Sustainability Accounting Standards Board (SASB), o Guia para Relatórios de Sustentabilidade da Indústria de Óleo e Gás da International Petroleum Industry Environmental Conservation Association (Ipieca) e, de forma complementar, o princípio da dupla materialidade conforme as European Sustainability Reporting Standards (ESRS).
A matriz de materialidade foi aprovada pela DE em 04/02/2026. Tal deliberação é de competência da DE, uma vez que ao Conselho de Administração (CA) compete deliberar apenas sobre matérias presentes em lei, no Estatuto Social ou em normativos aprovados pelo próprio CA, não se enquadrando a materialidade nessas hipóteses. A DE constitui o mais alto órgão de governança responsável pela gestão dos negócios da companhia, em conformidade com a missão, os objetivos, as estratégias e diretrizes estabelecidas pelo CA.
¹ Inclui impactos econômicos na cadeia de valor ² Inclui impactos relacionados à segurança da informação, transparência, comunicação e gestão ³ Inclui o risco de incertezas regulatórias
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